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Sem Juridiquês

Dr. João Freitas – Como decidir com quem o filho vai passar as festas de final de ano?

Por João Freitas

Definir com quem o filho vai ficar no Natal e no Ano Novo, muitas das vezes, se torna uma tarefa difícil para os pais que são separados.

Sua grande maioria tenta decidir através do “braço de ferroâ€, deixando para trás a vontade da criança de lado.

Tanto na guarda unilateral, como na guarda compartilhada, o melhor é definir uma logística de convivência do filho com os pais, uma vez que, as visitas livres sem qualquer regra específica, acaba gerando briga entre o país separados.

Os juízes costumam ter como definido uma convivência “padrãoâ€, sendo utilizada na grande maioria dos processos. Mas acredito que ainda não é o ideal, pois precisamos estudar como funciona aquela família, suas particularidades, para chegarmos a uma logística que atenda a todos, em especial o menor.

Nas festas de final de hoje, os juízes têm fixado como regra que a criança ficará com um genitor no natal, passando o ano novo sob a companhia do outro genitor, alterando-se tais datas no ano seguinte.

Mas como citado acima, entendo ser uma forma simples demais para determinar esse regramento, uma vez que ao estudar a família dessa criança, poderemos estabelecer essa convivência de forma melhor, atendendo ao interesse específico daquela família de forma mais humanizada. Por exemplo, os pais que residem mesma cidade e não costumam viajar, os filhos poderiam conviver com os dois genitores no Natal, passando nos anos pares com o pai a véspera de natal e com a mãe o almoço do dia 25, alternando-se nos anos ímpares.

E o Ano Novo? Como fazer?

Já no caso do ano novo, muitos pais separados decidem viajar, e a logística fica pior!

A sugestão para não atrapalhar as viagens nesta época é o filho nos anos pares ficar com a mãe, e nos anos ímpares com pai, sendo combinado, que a convivência no ano novo terá início no dia 26/12 ou 27/12, facilitando aos pais a possibilidade de realização de viagens.

Concluindo, o melhor caminho é estabelecer uma regra mínima de convivência entre os pais para passar as festas ao lado do filho, com qualidade, sem obrigatoriedade e com amor, mas não faça disso um “braço de ferroâ€.

Boas Festas!

 

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*este conteúdo é meramente informativo